E nesta confusão de fumo e chammas,
Neste cháos, que a mente mal alcança,
Quando nada existir de quanto existe,
Será vencida a morte.
Logo, á um só dizer do Omnipotente,
O pó segunda vez ha de animar-se,
E os mortos, mal soffrendo a luz da vida,
Attonitos, pasmados;
Hão de erguer-se na campa, inteiros, vivos,
E como Adão, a tatear os membros,