Estranhos a existencia já vivida,
Perguntarão: Quem somos?
Então, Senhor, então,—tu o disseste—
Virás cheio de gloria e magestade,
Em solio de luzeiros resplendente,
E em celeste cortejo!
Virás, sol da justiça, em fins do mundo
Acalmar a procella, e quando aos mortos
Disseres tu, quem es,—lembrar-nos-hemos,
Senhor, do que já fomos.