Da pedra carcomida.

Então corre o meo pranto muito e muito

Sobre as humidas cordas da minha Harpa,

Que não resôão;

Não chóro os mortos, não; chóro os meos dias,

Tão sentidos, tão longos, tão amargos,

Que em vão se escôão.

Nesse pobre cemiterio

Quem já me dera um logar!

Esta vida mal vivida