Quem já m’a dera acabar!
Tenho inveja ao pegureiro,
Da pastora invejo a vida,
Invejo o somno dos mortos
Sob a lage carcomida.
Se qual pegão tormentoso,
O sopro da desventura
Vae bater potente á porta
De sumida sepultura;
Uma voz não lhe responde,
Quem já m’a dera acabar!
Tenho inveja ao pegureiro,
Da pastora invejo a vida,
Invejo o somno dos mortos
Sob a lage carcomida.
Se qual pegão tormentoso,
O sopro da desventura
Vae bater potente á porta
De sumida sepultura;
Uma voz não lhe responde,