Com sete bronzeos sellos. Deos offeso
Tira os olhos do mundo, e o mundo ha sido!
Quem podera pintar as discordancias
Em que labora a natureza! Crescem
Da terra igneos vapores, suffocando
O que respira, o que tem vida: os montes
Em crateras se rásgão, que vomitão
Fumo e lava incessante; o mar s’empola
E em furia ardendo, arroja aos altos cimos
Crusados vagalhões, qual se tentára