Sôvertel-os: os ventos se contrastão!
Novos prodigios, novos monstros surgem!
O mar se torna em sangue, o sol em fogo,
O Universo em mansão d’afflictas dores,
O homem soffre, blasphema e desespera,
E vendo os mundos desabar precipites,
Um grito sólta d’horroroso transe,
Como de náo, que em alto mar s’afunda
E rola os restos n’amplidão das aguas.
Satisfez-se o Senhor. Que resta?—O cháos,