O horror, a confusão, o vulto enorme
Do tempo, que escurece o fundo abysmo,
Onde por todo o sempre jaz captivo;
E da morte o cadaver gigantesco
Quasi occupando a superficie inteira
D’um mar de chumbo, escuro e sem rumores.
Da gloria do Senhor um raio apenas,
Lá dos confins do espaço despedido,
Fere da morte o rosto macilento
De tudo quanto foi, e quanto existe!