Como não ha de computar as dores
Do nosso coração?
Como ha de ver-nos, sem piedade, o rosto
Coberto d’amargura;
Elle, senhor e pae, conforto e guia
Da humana creatura?
Se o vento sopra, se se move a terra,
Se iroso o mar fluctúa;
Se o sol rutila, se as estrellas brilhão,
Se gyra a branca lúa;