Por que então maldiremos este mundo
E a vida que vivemos,
Se nos tornamos do Senhor mais dignos,
Quanto mais dôr soffremos?
Quantos cabellos temos, elle o sabe;
Elle póde contar
As folhas que ha no bosque, os grãos d’areia
Que sustentão o mar.
Como pois não será elle comnosco
No dia da afflicção?