E a corrente passava; novas aguas
Após as outras vão;
E a flôr sempre a dizer curva na fonte:
«Ai, não me deixes, não!»
E das aguas que fogem incessantes
Á eterna successão
Dizia sempre a flôr, e sempre embalde:
«Ai, não me deixes, não!»
Por fim desfallecida e a côr murchada,
Quasi a lamber o chão,