Buscava inda a corrente por dizer-lhe
Que a não deixasse, não.
A corrente impiedosa a flôr enleia,
Leva-a do seo torrão;
A afundar-se dizia a pobrezinha:
«Não me deixaste, não!»
ZULMIRA.
Sonhara-te eu na veiga de Granada,
Tapetada de flores e verdura,