Susurro que applaude a graça
D’Angelina!
Que de amor quando suspira
O bardo quebrara a lyra,
De mofina;
Que jamais poderão cantos
Pintar ao vivo os encantos
D’Angelina.
Que da sua alma a pureza
Equipara-se á belleza
Susurro que applaude a graça
D’Angelina!
Que de amor quando suspira
O bardo quebrara a lyra,
De mofina;
Que jamais poderão cantos
Pintar ao vivo os encantos
D’Angelina.
Que da sua alma a pureza
Equipara-se á belleza