Peregrina;
Que amor seo throno tem posto
N’alma, no talhe e no rosto
D’Angelina.
Eu que não sei descrevel-a,
Só sei que me arroubo ao vel-a
Tão divina;
A lyra seos cantos cesse,
Mas minha alma não s’esquece
D’Angelina!
Peregrina;
Que amor seo throno tem posto
N’alma, no talhe e no rosto
D’Angelina.
Eu que não sei descrevel-a,
Só sei que me arroubo ao vel-a
Tão divina;
A lyra seos cantos cesse,
Mas minha alma não s’esquece
D’Angelina!