Curvado a teos pés, dizer-te,

Que não cessei de querer-te,

Pezar de quanto soffri.

Muito penei! Crúas ancias,

Dos teos olhos afastado,

Houverão-me acabrunhado,

A não lembrar-me de ti!

II.

D’um mundo a outro impellido,

Derramei os meos lamentos