Nas surdas azas dos ventos,
Do mar na crespa cerviz!
Baldão, ludibrio da sorte
Em terra estranha, entre gente,
Que alheios males não sente,
Nem se condóe do infeliz!
III.
Louco, afflicto, a saciar-me
D’aggravar minha ferida,
Tomou-me tedio da vida,
Nas surdas azas dos ventos,
Do mar na crespa cerviz!
Baldão, ludibrio da sorte
Em terra estranha, entre gente,
Que alheios males não sente,
Nem se condóe do infeliz!
III.
Louco, afflicto, a saciar-me
D’aggravar minha ferida,
Tomou-me tedio da vida,