E se do mal que te hei feito,
Tambem do mal que me fiz!
XVII.
Adeos qu’eu parto, senhora;
Negou-me o fado inimigo
Passar a vida comtigo,
Ter sepultura entre os meos;
Negou-me nesta hora extrema,
Por extrema despedida,
Ouvir-te a voz commovida
E se do mal que te hei feito,
Tambem do mal que me fiz!
XVII.
Adeos qu’eu parto, senhora;
Negou-me o fado inimigo
Passar a vida comtigo,
Ter sepultura entre os meos;
Negou-me nesta hora extrema,
Por extrema despedida,
Ouvir-te a voz commovida