Soluçar um breve Adeos!
XVIII.
Lerás porêm algum dia
Meos versos, d’alma arrancados,
D’amargo pranto banhados,
Com sangue escriptos;—e então
Confio que te commovas,
Que a minha dôr te apiade,
Que chores, não de saudade,
Nem de amor,—de compaixão.
Soluçar um breve Adeos!
XVIII.
Lerás porêm algum dia
Meos versos, d’alma arrancados,
D’amargo pranto banhados,
Com sangue escriptos;—e então
Confio que te commovas,
Que a minha dôr te apiade,
Que chores, não de saudade,
Nem de amor,—de compaixão.