TURQUETY.
Seos olhos tão negros, tão bellos, tão puros,
De vivo luzir,
Estrellas incertas, que as agoas dormentes
Do mar vão ferir;
Seos olhos tão negros, tão bellos, tão puros,
Tem meiga expressão,
Mais doce que a briza,—mais doce que o nauta
De noite cantando,—mais doce que a frauta
Quebrando a soidão,