Chega-se á presa, que avistou de longe;

E dos corseis, que alentão offegantes,

Precede a marcha turbido pavor!

E, nado o sol, aquelle que passava

Pelos desertos d’abrasada areia,

Que o rubro sangue de cruor rocheia,

A um lado o rosto, pallido, voltou!

Ninguem as mortes lastimaveis chora,

Ninguem recolhe os restos insepultos,

E o mesmo orvalho, que goteja a aurora,