Sem borrifal-os, no areial ficou!

Quem saberá do seo destino agora?

Ninguem! Somente em climas apartados

Miseranda mulher lastima os fados

De filho ou esposo, que jamais tornou!

Talvez porêm, traz de montões d’areia,

Nobre corsel sem cavalleiro assoma,

E alonga a vista, de pezares cheia,

Té onde a vida seo senhor deixou!