D’ironico sorriso e brancos dentes,

E d’horrido cariz.

Nem todos seus vasallos são poeira

No resalto de pedra adormecidos

Por sob as arcarias;

A pallida libré nem todos vestem,

Nem sobre todos jaz murada a porta

Nas cryptas sombrias!

Diversa a natureza é d’outros mortos:

Nestes que a sanie e podridão consomem,