Vê-se o nada palpavel;
Vê se o enojo, o horror, a sombra espessa
E o esfaimado esquife, abrindo as fauces,
Qual monstro insaciavel!
Cabe a outros porêm que sem dôr vemos
Passar, gyrar no turbilhão dos vivos,
De carne inda vestidos,
O nada inda encuberto; cabe a interna
Morte, que ninguem sabe, nem chóra,
Nem mesmo os mais queridos!