Pois, se vamos a ver nos cymiterios

As campas, ou illustres ou sem nome,

De marmore ou torrão;

Ou tenhamos alli amiga palpebra,

Ou não,—do teixo á sombra descançada,

Quer choremos, quer não!

«Jazem» dizemos. Os nomes desparecem

Sob a relva; o verme nesses olhos

Enréda a teia crúa!

Por entre as pranchas do caixão despontão