Hirtos cabellos, e em pó funereo envolta

Branqueja a ossada núa.

Os herdeiros não temem que mais vólte;

Esquecerão-n’o já: seos cães se lembrão,

Soltando uivos de dôr!

Acama-se a poeira em seos retractos:

Já não tem mais rivaes, não tem amigos,

Nem odios, nem amor!

Da morte o anjo, em lagrimas de pedra

Vemos sosinho e mudo a pranteal-o,