Estatua da afflicção:

A cova toma o corpo, o olvido o nome,

Tem por lençóes seis pés d’humida terra....

Mortos, bem mortos são!

E dos olhos talvez se vos deslise

O pranto sobre a relva, pelo orvalho

E chuva humedecida;

Que na triste mansão os regozije,

E por essa oblação enternecidos

Um resto achem de vida.