Mortos do coração ninguem os chóra,
Ninguem, se a um destes vê, lhe diz piedoso:
«Seja o Senhor comtigo.»
Curão do morto, lavão-lhe as feridas;
Mas a alma estala sem que alguem se dôa,
Nem mesmo o mais amigo!
Ha comtudo pungentes agonias
Nunca sabidas, dores horrorosas
Mais do que se não crê;
Almas ha que tem cruz e passamento,