E mudo e sisudo, scismando mil coisas,

Não pensa—a pensar.

Nas almas tão puras da virgem, do infante,

As vezes do céo

Cae doce harmonia d’uma Harpa celeste,

Um vago desejo; e a mente se véste

De pranto co’um véo.

Quer sejão saudades, quer sejão desejos

Da patria melhor;

Eu amo seos olhos que chórão sem causa