Um pranto sem dôr.

Eu amo seos olhos tão negros, tão puros,

De vivo fulgor;

Seos olhos que exprimem tão doce harmonia,

Que fallão de amores com tanta poesia,

Com tanto pudor.

Seos olhos tão negros, tão bellos, tão puros,

Assim é que são;

Eu amo essos olhos que fallão de amores

Com tanta paixão.