Mas somente o templo mudo,
Sem guarnimentos o altar!
Vejo os sinos apeados
Dos campanarios subtiz,
E a prata das sacristias,
Servida em misteres vis,
E ante os leões de Castella
Dobrada a Luza cerviz!
Cant’eu, em bem que sou Padre,
Diga que sou Portuguez: