Do meo velho breviario
Só deixarei a leitura
Pera escrever estes carmes,
Remedio á nossa amargura;
O corpo tenho alquebrado,
Vive minha alma em tristura.
Que armada de tantas velas,
Que armada he essa qu’hy vem?
Vem subindo Tejo acima,
Do meo velho breviario
Só deixarei a leitura
Pera escrever estes carmes,
Remedio á nossa amargura;
O corpo tenho alquebrado,
Vive minha alma em tristura.
Que armada de tantas velas,
Que armada he essa qu’hy vem?
Vem subindo Tejo acima,