«Sahe á noite muitas vezes,
Diz o bom do Guardião:
Sahir á noite, á deshoras,
Certo não he devação:
Que faz de noite nas ruas
Hum padre, ou frade ou christão?»
Com tudo alguns dos mais velhos
Dizião: «Que ha hy de mal?»
O quer que he que o pertuba,
Coisa não he natural: