Deve ser condão divino

Ou graça celestial!

«Pois hum sancto como aquelle!

Quem he que o ha de tentar?»

Eis senão quando começa

Voz, não sei donde, a zoar

Que Frei Antão ja não sabe

No seo rosairo rezar!

E o caso foy que hum noviço

Tirou-mo só de matreiro,