Nas fezes da deshonra, em cujos labios
Só mentira e traição eterno habitão.
Tem uma alma innocente, um rosto bello,
E amor nos olhos...—mas não posso crê-la.
Dá, meo Deos, que eu possa amar,
Dá que eu sinta uma paixão;
Torna-me virgem minha alma,
E virgem meo coração.
Outra vez que lá fui, que a vi, que a medo
Terna voz lhe escutei:—Sonhei comtigo!