Como pedra preciosa
Em ferrea c’roa engastada.
Outros lá vão Tejo arriba!
Ó Tejo, quanto me he grata
Essa placida corrente,
Quando a lua se retrata,
Chovendo chuva de raios,
No teo chão de lisa prata!
Que doce que he teo remanso,
Quando manso o vento gyra,