Que nas folhas rumoreja,

E como que ally suspira

Melindres d’amor suave,

Que nem tangidos na lyra!

Que arroubos que infiltras n’alma,

Quando vai ao som das agoas

Navegando o passageiro;

Já, se as tem, não sente as fragoas,

Que no peito a dôr derrama,

Como huma enchente de magoas!