Mas talvez dos cavos olhos

Polas faces a correr

Sinta o pranto represado

Polo seo muito soffrer:

Corra embora, qu’esse pranto

Dôr não he, senão prazer!

Que neste val’ de amarguras,

Onde viemos penar,

Por cada dia hum marteyro

Por cada instante hum pezar,