Que delle o sangue em borbotões golfeja;
Quando minha alma de soffrer cançada,
Bem que affeita a soffrer, siquer não pode
Clamar: Senhor piedade;—e que os meos olhos
Rebeldes, uma lagrima não vertem
Do mar d’angustias que meo peito opprime:
Volvo aos instantes de ventura, e penso
Que a sós comtigo, em pratica serena,
Melhor futuro me augurava, as doces
Palavras tuas, sofregos, attentos