Co’os braços no peito cruzados nervosos,

Mais alto que as nuvens, os céos a encarar,

Seu corpo se estende por montes fragosos,

Seus pés sobranceiros se elevão do mar!

De lavas ardentes seus membros fundidos

Avultão immensos: só Deos poderá

Rebelde lançal-o dos montes erguidos,

Curvados ao peso, que sobre lhe ’stá.

E o céo, e as estrellas e os astros fulgentes

São velas, são tochas, são vivos brandões,