E o branco sudario são nevoas algentes,
E o crepe, que o cobre, são negros bulcões.
Da noite, que surge, no manto fagueiro
Quiz Deos que se erguesse, de junto a seos pés,
A cruz sempre viva do sul no cruzeiro,
Deitada nos braços do eterno Moysés.
Perfumão-no odores que as flores exhalão,
Bafejão-no carmes de um hymno de amor
Dos homens, dos brutos, das nuvens que estalão,
Dos ventos que rugem, do mar em furor.