Entre galas e verdores
Sazonão-se fructos mil;
Cobrem-se os prados de relva,
Murmura o vento na selva,
Azulão-se os céos de anil!
Tornão prados a despir-se,
Tornão flores a murchar,
Tornão de novo a vestir-se,
Tornão depois a seccar;
E como gota filtrada