A flôr que desabrocha ao romper d’alva

Um só gyro do sol, não mais, vegeta:

Eu sou aquella flôr que espero ainda

Doce raio do sol que me dê vida.

Sejão valles ou montes, lago ou terra,

Onde quer que tu vas, ou dia ou noite,

Vai seguindo após ti meu pensamento;

Outro amor nunca tive: es meu, sou tua!

Meus olhos outros olhos nunca virão,

Não sentirão meus labios outros labios,