Nem outras mãos, Jatyr, que não as tuas
A arasoya na cinta me apertarão.
Do tamarindo a flôr jaz entre-aberta,
Já solta o bogarî mais doce aroma;
Tambem meu coração, como estas flores,
Melhor perfume ao pé da noite exhala!
Não me escutas, Jatyr! nem tardo acodes
Á voz do meu amor, que em vão te chama!
Tupan! lá rompe o sol! do leito inutil
A brisa da manhã sacuda as folhas!