O bello esposo amado, e vem de noite,
Vivendo pelo amor, máo grado a morte,
Ferventes orações chorar sobre elle.
Eu amo o céo assim, sem uma estrella,
Azul sem mancha,—a lua equilibrada
N’um céo de nuvens, e o frescor da tarde,
E o silencio da noite adormecida,
Que imagens vagas de prazer desenha.
Amo tudo o que dá no peito e n’alma
Tregoas ao recordar, tregoas ao pranto,