Ao leito do soffrer na flôr da vida.
Aqui reina o silencio, o religioso,
Morno socego, que povôa as ruinas,
E o mausoléo soberbo, carcomido,
E o templo magestoso, em cuja nave
Suspira ainda a nota maviosa,
O derradeiro arfar d’orgão solemne.
Em puro céo a lua resplandece,
Melancolica e pura, simelhando
Gentil viuva que pranteia o extincto,