Posta ao sol, posta as chuvas e aos ventos,

Padecendo os maiores tormentos,

Onde possas a fronte pousar.

«Que a teus passos a relva se torre;

Murchem prados, a flor desfalleça,

E o regato que limpido corre,

Mais te accenda o vesano furor;

Suas agoas depressa se tornem,

Ao contacto dos labios sedentos,

Lago impuro de vermes nojentos,