Donde fujas com asco e terror!

«Sempre o céo, como um tecto incendido,

Creste e punja teus membros maldictos

E o oceano de pó denegrido

Seja a terra ao ignavo tupi!

Miseravel, faminto, sedento,

Manitôs lhe não fallem nos sonhos,

E do horror os espectros medonhos

Traga sempre o cobarde após si.

«Um amigo não tenhas piedoso