Que o teu corpo na terra embalsame,
Pondo em vaso d’argilla cuidoso
Arco e frecha e tacápe a teus pés!
Sê maldicto, e sosinho na terra;
Pois que a tanta vileza chegaste,
Que em presença da morte choraste,
Tu, cobarde, meu filho não es.»
IX.
Isto dizendo, o miserando velho
A quem Tupan tamanha dôr, tal fado