Já nos confins da vida reservára,

Vae com tremulo pé, com as mãos já frias

Da sua noite escura as densas trevas

Palpando.—Alarma! alarma!—O velho pára!

O grito que escutou é voz do filho,

Voz de guerra que ouvio já tantas vezes

N’outra quadra melhor.—Alarma! alarma!

—Esse momento só vale apagar-lhe

Os tão compridos trances, as angustias,

Que o frio coração lhe atormentarão