Um iris nas cores, e as franjas bordadas

De prata luzente, de vivos rubins.

Uma harpa a seu lado frisava a corrente,

Gemendo queixosa da leve pressão,

Como harpas ethereas, que as brisas conversão,

Achando-as perdidas em mesta soidão.

Sentida, chorosa parece que estava,

E o bello menino, sentado, a chorar

«Perdôa, dizia-lhe, o mal que te hei feito;

Por minha vontade não hei de tornar!»