A harpa dourada de subito vibra,
A charpa se agita do seio ao travez;
Das franjas garbosas as pedras reflectem
Infindos luzeiros nos humidos pés.
Os peixes pasmados de subito parão
No fundo luzente de puro crystal;
Fantasticos seres assomão ás grutas
Do nitido ambar, do vivo coral!
Em tanto o menino se curva e se inclina
Por ver mais de perto a donosa visão;